sábado, 7 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Com 'DarkBlood' e 'Cabal', Playspot busca 1 milhão de gamers em 2014
Empresa de jogos online iniciou atividade no Brasil nesta quarta-feira (27).
Jogos serão traduzidos e gratuitos, mas jogador pode pagar por extras.
brasileiros terão a partir desta quarta-feira (27) novas opções de games online gratuitos para jogar no PC. A empresa brasileira Playspot (acesse aqui) começa sua operação trazendo jogos como "DarkBlood" e "Cabal Online", que chegam traduzidos para o mercado nacional. De acordo com os executivos da "publisher" de entretenimento, o objetivo até o final de 2014 é conquistar 1 milhão de jogadores cadastrados.
Entre os outros jogos que chegam até o final do ano estão "Divine Souls", "Magic Campus" e "Red Crucible 2". Para 2015, a empresa afirma já ter três grandes lançamentos que serão anunciados posteriormente. Além da tradução, a maioria dos jogos poderão usar controles de videogame em vez do teclado e do mouse.
A empresa brasileira foi criada após interesse de investidores chineses no mercado brasileiro. De acordo com Byong Hwan Kang, diretor de operações, e com Anderson Abraços, diretor de marketing da companhia, estes investidores, que preferem não se identificar, acreditam no potencial do Brasil com games. Os dois executivos têm passagens por outras empresas do gênero que atuaram no país, e acreditam que a Playspot pode ser o lugar para que os gamers se encontrem para jogar e se divertir.
Abraços conta que todos os jogos que serão lançados pela PlaySpot serão traduzidos para o português com dublagem ou legenda ou ambos. É o caso do jogo de lançamento da empresa, o "Darkblood". Ele é um jogo de ação que lembra o clássico "Golden Axe" e o jogador poderá criar e evoluir seu personagem e lutar contra ondas de inimigos poderosos. Há também a possibilidade de se jogar ao lado ou contra outros jogadores, o que, segundo o executivo, pode criar uma comunidade de eSports em torno do jogo, que é outro foco da companhia: promover competições de games.
O outro game de lançamento da PlaySpot é "Cabal Online", velho conhecido dos brasileiros que estava nas mãos da Gamemaxx. O jogo de RPG online massivo (MMO) volta aos servidores brasileiro e tem como destaque um sistema de combos para eliminar inimigos poderosos facilmente. O jogo também será traduzido e usuários que já tiverem conta no game poderão migrar seus personagens.
Todos os jogos da Playspot são gratuitos para jogar, mas há microtransações para quem quiser comprar itens adicionais usando dinheiro real. Os executivos falaram que já estão treinando Game Masters (GMs) para atenderem aos jogadores dentro dos jogos e resolver dúvidas e problemas. Todo a área de suporte técnico e atendimento ao cliente serão terceirizados, o que Byong e Abraços acreditam ser a melhor opção para oferecer um melhor atendimento. Os servidores dos games estarão no Brasil, o que evitará problemas de lentidão. Há um espaço para os pais possam conhecer os jogos e o que os filhos encontram no site. "A espinha dorsal da Playspot será interna", dizem os executivos.Para todos os gostosA Playspot terá uma área de jogos casuais, que rodam em Flash, para que os usuários possam se divertir rapidamente no intervalo do trabalho ou da escola e também para tentar atrair um público diferente, como pais, por exemplo. Inicialmente esta área terá entre sete e oito jogos e trarão partidas rápidas para se jogar a qualquer hora.
Haverá um serviço de música para que, por meio do próprio site da Playspot o usuário pode escutar música enquanto joga. Haverá também serviço de vídeos sob demanda que ainda será lançado. A ideia é manter os usuários o maior tempo possível no site.
A empresa irá fazer também transmissões ao vivo pelo Twitch, site onde se joga games ao vivo e que recentemente foi comprado pela Amazon, e haverá um informativo no YouTube onde as novidades da empresa serão apresentadas. Também são modos que a companhia acredita que pode ajudar a criar uma comunidade forte da Playspot e de seus games.
Twitch confirma venda para Amazon por US$ 970 milhões
Segundo Amazon, site de streaming teve 55 milhões de visitantes em julho.
Em maio, rumores apontavam que YouTube compraria Twitch por US$ 1 bi.

O Twitch, plataforma on-line de vídeos usada para a exibição ao vivo de partidas de games, confirmou na tarde desta segunda-feira (25) que será vendido para a varejista on-lineAmazon. A negociação será concluída até o final do ano e gira em torno de US$ 970 milhões (R$ 2,22 bilhões), pagos em dinheiro."Nós escolhemos a Amazon porque ela acredita em nossa comunidade e compartilha de nossos valores e visão a longo prazo", afirma Emmett Shear, presidente do Twitch, no blog oficial da companhia. "No momento em que fomos ao ar, sabíamos que tínhamos trombado com algo especial. Mas o que se seguiu nos surpreendeu tanto quanto a qualquer outra pessoa, e o impacto que teve na comunidade e em nós é verdadeiramente profundo".A confirmação da transação acaba com os rumores, ventilados em maio, que apontavam a compra do Twitch pelo YouTube por US$ 1 bilhão. Atualmente, o segmento de conteúdo mais visto no site de vídeos do Google é o de games, tanto que o canal com o maior número de assinantes é o do sueco PewDieDie, apelido de Felix Arvid Ulf Kjellberg, que publica vídeos em que comenta games.
Segundo a Amazon, em julho, o Twitch teve 55 milhões de visitantes únicos, responsáveis por assistir mais de 15 bilhões de minutos de conteúdo no Twitch. A plataforma possui mais de 1 milhão de publicadores.
"A transmissão e a visualização de jogos é um fenômeno global e o Twitch construiu uma plataforma que traz junto dezenas de milhões de pessoas que veem bilhões de minutos de games por mês", diz Jeff Bezos, fundador e presidente-executivo da Amazon. "E o incrível é que o Twitch tem apenas 3 anos".
Em matéria do jornal "The Wall Street Journal" publicada em fevereiro, o Twitch aparece em 4º lugar no ranking de empresas com maior tráfego de internet em horários de pico nos Estados Unidos. Com 1,8% de participação, o site aparece na frente de serviços como Facebook, Amazon e Tumblr e atrás apenas de Netflix, Google e Apple, respectivamente
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Microsoft lança Lumia 530 com dois chips por R$ 400 no Brasil
Smartphone tem bons recursos com preço agressivo, diz empresa.
Lumia 530 vem com o sistema Windows 8.1 e câmera de 5 Megapixels.
A Microsoft lançou nesta quarta-feira (27) o Lumia 530, primeiro smartphone da empresa a chegar ao Brasil depois da conclusão da aquisição da Nokia, iniciada em 2013. Produzido em Manaus (AM), o aparelho aceita dois chips, é equipado com o sistema operacional Windows 8.1 e custa R$ 400. O dispositivo é fabricado na mesma planta na Zona Franca de Manaus que receberá investimentos da Microsoft de R$ 180 milhões para ser adaptada à produção dos consoles Xbox.
O Lumia 530 também tem câmera traseira de 5 Megapixels (MP), display de LCD e processador Qualcomm Snapdragon de 1.2 GHz de quatro núcleos. O sistema de mapas nativo, Here, permite aos usuários baixas mapas do mundo todo. Rotas podem ser traçadas mesmo que o celular não esteja conectado à internet.
Segundo o gerente de produtos da Microsoft Devices, Everton Caliman, o novo aparelho reúne todos os recursos do Lumia 930, só que em um preço acessível. "A proposta é levar todos os recursos de um smartphone acima de R$ 1 mil para um aparelho com preço mais agressivo".
Integração na nuvem
O celular chega ao Brasil um mês após ser lançado no exterior. Ele é integrado ao serviço na nuvem da Microsoft, o One Drive, para que o usuário possa acessar seus arquivos via internet em qualquer lugar. A capacidade de armazenamento na nuvem é de 15 Gigabytes (GB). Já o armazenamento interno é de 4 GB, que pode ser expandido para 128 GB com um cartão de memória.
O celular chega ao Brasil um mês após ser lançado no exterior. Ele é integrado ao serviço na nuvem da Microsoft, o One Drive, para que o usuário possa acessar seus arquivos via internet em qualquer lugar. A capacidade de armazenamento na nuvem é de 15 Gigabytes (GB). Já o armazenamento interno é de 4 GB, que pode ser expandido para 128 GB com um cartão de memória.
Os arquivos manipulados no Lumia 530 podem ser salvos na memória do telefone, em um cartão SD ou no OneDrive. Se a última opção for a escolhida, os arquivos podem ser abertos em outros dispositivos assim que forem transferidos. Caliman explica que, antes da compra da Nokia, os serviços na nuvem não estavam tão integrados. "Agora, com um login tudo se integra".
Além do OneDrive, outros apps da Microsoft também já vêem embarcados, como o Skype e os do pacote Office. No total, são mais de 320 aplicativos disponíveis.
O sistema Windows Phone 8.1 permite projetar a tela do celular no computador. A estratégia multiplataforma da Microsoft inclui ainda uma integração com o videogame Xbox, por meio da conta na Xbox Live. Se o Lumia 530 e o Xbox estiverem na mesma rede Wi-Fi, ao acionar o recurso Xbox Smartglass no celular, o dispositivo móvel passa a funcionar como um controle remoto. A partir daí, é possível selecionar aplicativos e ditar comandos.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
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